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Analistas contribuem para o BCB ser reconhecido em educação financeira.

Recentemente, o Banco Central do Brasil recebeu várias citações em publicação divulgada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e a Rede Internacional para Educação Financeira (International Network for Financial Education – INFE) indicou diversos projetos e ações do BCB como exemplos de sucesso.

No relatório são mencionados vários produtos e projetos desenvolvidos com a participação dos Analistas do Banco Central, como o Registrato, a página Minha Vida Financeira, a Calculadora do Cidadão e os programas É da sua conta e Aprender Valor. Além disso, os Analistas também estão diretamente envolvidos em outras iniciativas citadas, como postagens com conteúdo de educação financeira nas redes sociais, ações de educação financeira com o sistema financeiro e o LIFT Lab.  

A citação da OCDE é um indicativo de que o trabalho realizado pelo Banco Central e seus Analistas é relevante e está alinhado a tendências de educação financeira internacionais. 

A educação financeira tem uma grande importância para o Banco Central e suas ações repercutem em toda a sociedade. Em 2020, as publicações do BCB sobre educação financeira nas redes sociais somaram 2,5 milhões de acessos, o que representa 16% das visualizações de todo o conteúdo postado nas quatro plataformas (Instagram, Twitter, Facebook e LinkedIn).

Desde 2012, o Banco Central possui uma área voltada para o assunto, o Departamento de Educação Financeira (DEPEF), que integra a Diretoria de Relacionamento Institucional e Cidadania (DIREC). Sua principal missão é promover a educação financeira, tornando o sistema financeiro mais inclusivo. O resultado deste trabalho permanente e consistente, realizado por meio dos Analistas, é que além das iniciativas citadas pela OCDE, o Banco Central participa de muitas outras iniciativas importantes. Uma delas é a Semana Nacional de Educação Financeira, realizada pelo Fórum Brasileiro de Educação Financeira (FBEF), do qual o Banco Central faz parte ao lado de órgãos do Governo. A Semana ENEF faz parte de uma grande ação nacional chamada ENEF (Estratégia Nacional de Educação Financeira ), que é uma iniciativa pública que reconhece a educação financeira, previdenciária, securitária e fiscal como ferramenta de inclusão social, de melhoria da vida do cidadão e de promoção da estabilidade, concorrência e eficiência do sistema financeiro do país. 

Outras ações importante são o Projeto Museu-Escola, com visitas monitoradas ao Museu de Valores; o Projeto O Museu Vai à Escola, que leva as palestras e exposições às escolas do Distrito Federal e do entorno; o Projeto BC e Universidade, com palestras mensais, ministradas por servidores do Banco Central; e o Projeto BC Jovem, que busca oferecer educação financeira aos jovens e adolescentes. 

Nos últimos anos, milhões de brasileiros se tornaram clientes de produtos e serviços financeiros. Além de aquecer a economia, este movimento reforçou a necessidade de ações de educação financeira, uma vez que este assunto ainda não faz parte da cultura brasileira. 

Segundo a OCDE, a educação financeira é essencial para o desenvolvimento de uma sociedade mais igualitária, mais justa e que garantirá o melhor desenvolvimento do país. Isso pode ser percebido em países com IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) elevado, como Finlândia e Canadá que investem na educação financeira e colhem os resultados. 

Por isso, o compromisso dos Analistas do Banco Central – e da instituição como um todo – é com a construção de um país melhor e mais próspero. O futuro do Brasil passa pela educação, inclusive a educação financeira. 

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